Aprisionamento tecnológico

Este tem sido meu tema recorrente das últimas semanas em função da conclusão do meu projeto de mestrado. Tenho refletido sobre a relação entre custos de troca de tecnologia e o aprisionamento gerado para usuários de tecnologia, sejam eles consumidores finais ou corporativos.

Ao nos acostumarmos com uma determinada solução tecnológica (seja um programa de computador, um modelo de celular ou mesmo um serviço contratado), muito mais do que “fidelizados” podemos nos tornar verdadeiros prisioneiros desta solução. Para mudar encontraríamos barreiras financeiras e psicológicas que nos dificultam essa mudança.

Muito comum se sentir assim…

A questão filosófica proposta por um dos meus professores foi: “Aprisionamento e custo de troca não são a mesma coisa?”.

One Response to “Aprisionamento tecnológico”

  1. Rodrigo Firmino Says:

    Caro Ricardo,

    Sempre que posso ouço suas intervenções no 91 minutos. Parabéns pois suas dicas são sempre muito úteis…

    Vi essa série de posts que você diz estar relacionado a sua pesquisa de mestrado. Não sei se conhece (deve conhecer!), mas uma ótima dica para o seu tema é o prof. Sérgio Amadeu, que há muito tempo defende os softwares não-proprietários e tem artigos e palestras muito interessantes sobre o tema. Ele já foi presidente do ITI do governo federal, onde tentou (e de certa forma conseguiu) difundir o uso de programas não-proprietários para uso governamental. Saiu do ITI porque a pressão era muito grande e bateu de frente com gigantes do mercado de tecnologias como Ms e outros.

    Sou professor do mestrado e doutorado em Gestão Urbana (www.pucpr.br/ppgtu) e tenho vários trabalhos na área de tecnologia, mas com foco bem diferente do seu. Como sou urbanista, me interesse pelo tipo de relações que as tecnologias tem com a formação e organização do espaço e das cidades. Já estive em bancas com o Sérgio Amadeu e penso que pode ser uma ótima referência.

    Se precisar de alguma coisa, é só entrar em contato.

    Abraços e bons estudos pois o tema é interessantíssimo,
    Rodrigo.

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